Falar sobre violência doméstica é, antes de tudo, romper silêncios. É mostrar que ela não começa no extremo, mas se constrói em pequenas violações que, muitas vezes, passam despercebidas. Na última quinta feira, 19/03, pude abordar suas diferentes formas e, principalmente, reforçar algo essencial: nenhuma mulher precisa enfrentar isso sozinha.
Nosso município conta com uma rede de apoio preparada para acolher, orientar e agir. Informação também é proteção.
Seguimos firmes: conscientizar, acolher e transformar. Porque onde há informação, há possibilidade de mudança.
#mulheresfortes
#violenciadomestica
#naoaviolenciacontraamulher


